quinta-feira, 29 de março de 2012
Nunca ame alguém pela beleza física e sim pela beleza interior. Nunca ame alguém pelos olhos, pelo corpo ou até mesmo pelo sorriso, pode ser fingimento. E amar alguém fingindo é o mesmo que fincar um espinho na própria carne, o mesmo que jogar areia nos próprios olhos. É viver infeliz e magoado, triste e solitário.
Eu vou pedir ao Sol,Pra iluminar nosso caminho.E todas as estrelas,Pra enfeitar nosso destino.Me leve onde for, segure a minha mão,
A gente é assim, temos tanta coisa em comum,Você tem marca em mim, e pra você não sou mais um.Assim é o nosso amorTão forte como a noitePerfeito como o dia.
Eu vou subir as nuvens,Pra desenhar o teu sorriso.E no azul do céu,Vou ver os seus olhos brilhando.Em meio às estrelas, fico flutuando
Em minhas digitais já tem um pouco de você.Eu sigo seus sinais, assim nunca vou te perder.É incondicional, você tem a forma exata pra me prender...Em você!
Pois sei que você vai ser a minha direção.
A gente é assim, temos tanta coisa em comum,Você tem marca em mim, e pra você não sou mais um.Assim é o nosso amorTão forte como a noitePerfeito como o dia.
Eu vou subir as nuvens,Pra desenhar o teu sorriso.E no azul do céu,Vou ver os seus olhos brilhando.Em meio às estrelas, fico flutuando
Em minhas digitais já tem um pouco de você.Eu sigo seus sinais, assim nunca vou te perder.É incondicional, você tem a forma exata pra me prender...Em você!
Morta por dentro, mas sorrindo por fora. Nunca esteve mais infeliz, mas o sorriso continua la. Sua vida vai de mal a pior, e aquele mesmo sorriso, que ela usa como uma espécie de barreira, continua la. Seu mundo desaba, mas o sorriso ainda está lá, por medo de mostrar aos outros o que realmente sente e acabar sendo ignorada, com medo de deixar uma lagrima cair, e não conseguir conter as outras. E aqueles que não te conhecem, continuam achando que está feliz, e assim muitas pessoas levam a vida: levando um monte de problemas tampados por uma barreira que impede que os outros vejam a realidade, seu sorriso.
E aquela mulher é tímida, mas está cansada de ser invisível, de ninguém prestar atenção nela. E ela era uma mulher inteligente, amiga, costumava ter autoestima mas sofreu muitas decepções na vida. Com isso ela ficou desconfiada e sarcástica (são suas armas contra a sociedade). Sua vida é cheia de nostalgia, ela é uma pessoa fraca, muito fraca, pois as pessoas usam sua característica física para depreciá-la e torná-la infeliz com si mesma, bem a sociedade conseguiu, não é mesmo? Ela está cansada das ignorâncias das pessoas, que ficam rotulando as próprias, como gordas, magrelas, nariguda, torta, etc. Ela só queria ser ela mesma, mas a sociedade não a aceita. Então ela só vive em casa, só sai quando é muito necessário, perde sua vida por se importar com essa sociedade hipócrita, medíocre e de certa forma masoquista (parece que as pessoas gostam de sofrer, gostam de prejudicar-se a si próprio com dor e vergonha, porque elas fazem mal a elas próprias, falando mal da própria espécie). Essa menina tenta de todas as formas mudar, ser aceitavél, mas ela é assim, não precisa mudar. Ela é perfeita do jeito que é. Todas as pessoas são, só precisa-se de aceitação. Cada um tem seu gosto, sua forma, seu estilo. É ridículo julgar uma pessoa pela aparência. Sociedade já passou da hora de aprender que julgar e rotular não levam a nada, além do declínio da sua própria pessoa.
sábado, 24 de março de 2012
Não acredito que a guerra seja apenas obra de capitalistas e politicos ah,não,o homem comum é igualmente culpado.Há uma necessidade destrutiva nas pessoas, a necessidade de demonstrar fúria de assassinar e matar, eu me perguntei repetinamente se não teria sido melhor não termos nos escondido, se tivéssemos mortos e não tivéssemos que passar por todo esse infortúnio mas nos encolhemos só de pensar! Ainda amamos a vida, ainda não esquecemos a voz da natureza e continuamos com esperança de tudo, para mim é totalmente impossível construir a vida sobre um alicerce de caos,sofrimento e morte e mesmo assim quando olho para o céu sinto de algum modo que tudo mudará para melhor que a crueldade também terminará, a paz e a tranquilidade voltarão!
domingo, 11 de março de 2012
"Se você já assistiu “(500) Dias Com Ela” sabe do que estou falando. Vinte e cinco segundos. Eu contei. Vinte e cinco segundos podem representar sua ruína. É o tempo que dura aquela cena no elevador, quando Tom está escutando “There Is a Light That Never Goes Out” e ela, graciosamente chega perto diz “Eu amo os Smiths!” e ainda canta um trechinho da canção feito um gatinho doente, dançando com olhos e pescoços e franjas e todos aqueles quilômetros de lábios róseos feito morango em foto publicitária. Vinte e cinco segundos, cara. E você foi surrupiado de si mesmo e está fodido por uns cinco anos."
Eu me ofendo sim, com muitas coisas. Me ofendo sim, com muitas palavras e atitudes. Sou sensível sim, mas não ache que qualquer coisa que você fizer vai me derrubar. Só conseguem me machucar aqueles que fazem isso sem perceber, e não aqueles que sempre tiveram a intenção. Pra esses eu simplesmente ligo o foda-se e deixo falando sozinho. Quem sabe assim não percebem que não é uma palavra ensaiada, uma peça decorada e um show de teatro que vai me pôr em queda. Não são palavras forçadas, invejosas e desocupadas que vão me colocar no chão. Não vou misturar minha realidade com essas palavras fulas de uma ficção.
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